
Aproveitando esse turbilhão de sensações, decidi resgatar uma que tive há alguns dias ao assistir o curta-metragem Semeador Urbano.
A vida é boa, apesar das pessoas e dos lugares que temos que encarar, que digerir...de toda essa hostifutilidade.
A maior prova disso, são essas vidas que surgem em meio ao concreto, pequenos verdes em meio ao cinza.
É assim que eu me sinto, assim que eu me vejo, uma flor em meio ao asfalto.
As coisas têm ficado pequenas, eu não caibo mais nessa cidade. Na verdade, eu não caibo em ninguém aqui. Eu não pertenço a essa realidade.
Por muito tempo me senti uma estranha, tentei me adaptar, tentei mudar...mas o que é intrínseco é imutável.
Mas por que não viver fora do meu habitat natural, ser diferente, ou melhor, fazer a diferença!
Talvez isso seja uma missão, no meio de toda a caca, exalar um aroma gostoso...
Coisas que não são desse lugar, são minhas.

NÃO PENSE QUE NÃO HÁ NINGUÉM LENDO O QUE VOCÊ ESCREVE.
ResponderExcluirSINTO FALTA DE SEUS POSTS.
ADMIRADOR